Pedro Fróes
Por conviver muito com arte e artistas diversos, músicos, grafiteiros, desenhista sempre gostei de desenhar e me oportunizaram brincar com a arte e tintas desde muito pequeno. Aos 12 ao entrar para o candomblé, comecei a desenhar a minha vivência e contato com a ancestralidade, através da pintura de quadros e telas em aquarela e nanquim. Sigo experimentando desenhos e pinturas com aquarela, inspirado na religiosidade afro indígena.
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